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Quase todas as vias das zonas de escalada de Salinas foram conquistadas,
com poucas exceções, foram conquistadas de baixo para
cima, tornando-se mais ousadas e buscando o estilo e a filosofia da
'Escalada Limpa'. São vias de longa extensão que exigem
um domínio completo de diversas técnicas e, especialmente,
um excelente domínio de escalada com material/proteção
móvel.
Baseados
no distanciamento de colocação
das proteções e dificuldade técnica dos lances,
os autores do Guia
de Escaladas Três Picos, Vieira, Bonsucesso e Frades,
Alexandre
Portela, Sérgio Tartari e Isabella de Paoli, adotaram no Guia,
para uma melhor orientação, um item a mais: o grau de
exposição, representado pela letra 'E' seguido de um número
de 1 a 5, conforme a tabela abaixo:
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Grau
de Exposição |
E1 |
Vias
bem protegidas |
E2 |
Vias
com proteção regular |
E3 |
Proteção
regular com trechos perigosos |
E4 |
Vias
perigosas (em caso de queda) |
E5 |
Vias
muito perigosas (em caso de queda) |
Desta
forma, temos como exemplo o grau da via Face Leste no Pico Maior:
5º
V (A1, 6c) E3
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Ex.
Grau de Dificuldade da Via Face Leste - Pico Maior |
5º |
Grau
geral da via |
V |
Grau
do lance mais difícil |
A1 |
Grau
do lance em artificial |
6c |
Lance
do artificial guiado em livre |
E3 |
Grau
de exposição |
O texto acima
gentilmente cedido pelo escalador Alexandre Portela, um dos autores
do Guia
de Escaladas Três Picos, Vieira, Bonsucesso e Frades - 1a
Edição, Janeiro de 1998 Autores: Alexandre Portela, Sérgio
Tartari & Isabella de Paoli.
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